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domingo, 25 de janeiro de 2015

É CAMPEÃO

      A 46ª edição da Copa São Paulo de Futebol Júnior, teve seu desfecho hoje depois de diversos times e confrontos. Quem foi a final foi o Botafogo-SP, após vencer o Palmeiras na semi final e o Corinthians após vencer o seu rival São Paulo.



      Quem se saiu melhor no jogo de hoje foi o Corinthians, aproveitando um frango do goleiro Talles, Maycon colocou a bola no gol, dando alegria aos milhares de torcedores alvinegros, que foram prestigiar o timãozinho e ao país todo que teve transmissão.

      O Botafogo-SP estava jogando muito bem, o goleiro Talles era apontado como o melhor da partida, título que já carregava desde o jogo contra o Palmeiras, fez boas defesas mas numa infelicidade colocou tudo a perder. Túlio Souza perdeu um gol sem goleiro no primeiro tempo. Ficou claro que hoje não era o dia para o Botafogo e sim para o maior campeão da Copinha.

     O Corinthians conquistou seu nono título, aproveitando com os erros do Botafogo, com bom nível técnico e o menos nervosismo. Aos olhos do técnico Tite os jogadores tiveram sua chance de mostrar seu futebol e quem sabe subir para o elenco profissional. Alguns nomes são apontados como destaques e devem ter uma chance são eles: o zagueiro Rodrigo Sam, o volante Marciel, o atacante Gabriel Vasconcelos e o meia Matheus Cassini (não jogou suspenso).



    No primeiro tempo do jogo, o Corinthians teve uma queda de rendimento dando espaço para o Botafogo-SP. Yan perdeu duas chances claras de gol. O Timão voltou no segundo tempo muito melhor, buscando abrir o placar. Gabriel Vasconcelos e Matheus Vargas tiveram chances mas não conseguiram. Graças ao goleiro Caíque França o Botafogo não marcou gol, numa defesa que merece destaque, ele salvou duas vezes a bola de entrar no gol. Então o lance que definiu o jogo saiu as 21 minutos com um chute de Maycon, o goleiro Talles pensou que iria pegar a bola e já fazer a reposição mas teve a infelicidade de "frangar", deixando o Corinthians fazer o gol do título.


domingo, 30 de novembro de 2014

O maior título de todos!

 
Em pouco mais de um ano, foram muitas emoções com meu time do coração, aliás, coração é a palavra do momento, pois todo Atleticano tem que ter um coração saudável! E sim, passamos por testes dia a dia! Ahhhh esse coração alvi-negro!



Foram vitórias épicas e memoráveis, e que me lembrarei para sempre!

Na Libertadores, em minha opinião, o mais emocionante jogo foi nas semifinais contra o NOB. A defesa de Victor no jogo anterior, sem dúvida foi um ato heroico, porém, foi no jogo contra os argentinos que me senti verdadeiramente campeão, pois ao final épico, íamos disputar o título contra o Olímpia, nosso eterno freguês. Assim, fui ao Mineirão confiante de que o Galo se sagraria Campeão da América.

Na Copa do Brasil, passamos por Corinthians e Flamengo, de forma também épica, e claro, assim como na Libertadores, os jogos mais emocionantes, para este coração, não foram a final. Aliás, final bem fácil, onde o Galo sufocou o time da raposinha, e que após os 90 minutos, deu a lógica, onde o melhor time da atualidade, superou o segundo. A confiança para aquela noite de 26 de Novembro era notória, tal qual escrevi em meu texto "Sinais”, afinal de contas, tudo conspirava a favor.

Este título, para o Galo, sem dúvida é o mais importante conquistado, digo o porquê:

1 - É o título mais importante e de maior rivalidade já disputado neste Brasil! Nunca antes na história houve outro confronto como este! (Flamengo x Vasco?? Nem chega perto!);

2 - Na Libertadores, todos estavam torcendo a favor do Galo, e as Marias viraram as costas e nem queriam saber, já nesta final, a Maria Press (imprensa azul), foi implacável! Não deixou nosso time descansar! Todos os dias, toda hora brotavam notícias para tentar implantar uma inexistente crise no Galo. Não foi fácil! Notícias de Tardelli, Luan, arresto de renda, briga por ingressos, Kalil sendo processado, e muito, muito mais notícias tentando desestabilizar o time e o Clube, enquanto isso, do outro lado da lagoa, estava o “melhor time do Brasil”, navegando em águas tranquilas e serenas.

Jogamos contra tudo e contra todos nesta Copa do Brasil! Contra nossos adversários, contra a imprensa azul, contra históricos erros de arbitragens, contra a CBF e contra nosso próprio passado!


Nós Atleticanos, acostumamos a vencer grandiosas batalhas dentro de campo, vitórias homéricas que queimaram a língua de muita gente! E para falar a verdade, nem nós Atleticanos acreditávamos tanto em tudo o que aconteceu, pois voltávamos nossa mente ao nosso passado inglório... ô lembranças que não nos largam!!!! Que eu só esquecia através do mantra “Eu acredito!”... aí sim... aí tudo mudava... tudo mudou! O Galo hoje é SIM o MELHOR TIME DO BRASIL! Pois passou por cima do suposto e falso melhor por 7 vezes este ano! E ganhou este título em cima de tudo e de todos! Não foi o time azul que nos parou, não foi a arbitragem e não foi a imprensa marrom, digo, azul. Todos se ajoelharam perante ao grandioso Campeão do Brasil, o verdadeiro!


Escolha de técnico errônea no início do ano, contusões, afastamentos, seleção... ahhhhh se não fosse tudo isso!!!! Pode imaginar??


E quem teria mesmo o melhor elenco do Brasil? Acho que nem preciso responder, né? O Galo jogou praticamente o ano inteiro com reservas entre os principais, às vezes quase o time todo,  foram 15 jogadores no Departamento Médico, e ainda assim, hoje, o Brasil se ajoelha frente ao grandioso Clube Atlético Mineiro!! O maior e melhor de Minas e do Brasil!!

Saudações Massa!!!! Galoooooooooooooo!!!!!

Fotos: www.sougalo.com.br

Leo Koscky

@leokoscky

quarta-feira, 30 de abril de 2014

Léo, o maior vitorioso depois da "era Pelé"

Após oito títulos, passagem de Léo pelo Santos chega ao fim nesta quarta (Foto: Ricardo Saibun)

Como tudo nesta vida tem um começo, meio e fim, hoje terminou a carreira do mais vitorioso com a camisa Santista, após a "era Pelé". Dono da camisa 3, Léo pendura as chuteiras aos 38 anos, sendo o 10º jogador que mais atuou pelo Santos, com 455 partidas oficiais em duas passagens, 8 títulos e 24 gols.
Léo, passou por duas gerações dos "meninos da Vila", a primeira com Diego e Robinho, no Título Nacional de 2002, onde fez o gol do título, no acréscimo do jogo, depois veio o título de 2004. Depois transferiu-se para o Benfica, onde ficou até 2009, quando retornou ao Peixe, já com outra geração nascendo, a de Neymar e Ganso, onde conquistou 3 Paulistas, 1 Libertadores, 1 Copa do Brasil e 1 Recopa Sulamericana. Chegou a vestir a camisa da Seleção Brasileira, quando também sagrou-se campeão da Copa das Confederações de 2005, e pelo Benfica também conquistou outros 3 títulos.
Hoje, último dia de seu contrato, Léo foi lembrado por vários ex-companheiros de Clube, como Neymar, Robinho, Renato, Robert, Deivid, Elano, Gabriel Barbosa, david Braz, Lucas Otávio, Christian e Daniel Guedes e vários que expressaram seu carinho e respeito por toda sua carreira.
Léo chegou a dizer "Mesmo me sentindo em condições de seguir jogando, não me vejo vestindo a camisa de outro clube."
Com certeza o Léo será lembrado pelos torcedores por muitos anos pela sua garra, determinação, amor e comprometimento com o time do Santos!

quinta-feira, 24 de abril de 2014

No 100º Campeonato Pernambucano da história, Sport conquista seu 40° título

O Sport é mais uma vez campeão pernambucano. Após três anos batendo na trave com vice-campeonatos seguidos, o Rubro-negro voltou a levantar um título estadual nesta quarta-feira, ao vencer o Náutico por 1 a 0 na Arena Pernambuco com gol de Durval.

Como já havia vencido o primeiro jogo, na Ilha do Retiro, por 2 a 0, o resultado desta quarta apenas confirmou a conquista do primeiro título conquistado na Arena Pernambuco, finalizada em 2013 para a disputa da Copa das Confederações.

O único gol da partida foi marcado pelo capitão Durval, que voltou ao Leão da Ilha no início do ano e já levantou sua segunda taça – a primeira foi a da Copa do Nordeste, também neste mês.

Este é o 40º título estadual do Sport, o maior campeão de Pernambuco. Santa Cruz, com 27 títulos, e Náutico, com 21, são os outros grandes campeões do estado.


O JOGO

As equipes entraram em campo nervosas e, com um minuto jogado, um jogador de cada time já havia recebido cartão amarelo. O nervosismo continuou nos primeiros minutos de partida, com as equipes se estudando e sendo muito cautelosas quanto a se lançar ao ataque.

Apesar do domínio territorial, o Náutico não conseguia verticalizar o jogo. Tocava bem a bola até a intermediária, mas faltava acertar o passe final. Zé Mário chegava. Marinho se movimentava tanto pelo lado esquerdo quanto direito, mas Marcelinho, o centroavante, não recebia uma bola redonda. Quando finalmente conseguiu articular uma jogada mais rápida, o Sport levou perigo. Aos 21 ele recebeu de Renê e chutou forte. Alessandro, mesmo bem colocado, deu rebote. Neto Baiano acompanhava e tentou empurrar com o peito, mas foi fraco e dessa vez o goleiro timbu segurou.


O dono da Arena deu o troco com juros aos 29. Jackson, passou por Durval e entrou livre na área. Mas cometeu o pecado de fechar os olhos e soltar uma bomba. Não viu que Magrão se atirava para o lado oposto. A bomba explodiu no travessão e foi embora. O timbu ficou mais tempo no campo ofensivo mas sem concluir com a qualidade necessária. Zé Mário tentava de longa distância e as enfiadas pelo meio não encontravam o alvo correto. Por sua vez, o leão quando retomava a bola não conseguia acertar o passe para sequer iniciar os contra-ataques, principalmente quando elas chegavam aos pés de Patric e Aílton.

Mesmo com bom volume de jogo, o Náutico voltou para o segundo tempo com mais um armador. Marcos Vinícius entrou na vaga de Elicarlos. O jogo só não foi um clone do início da primeira etapa porque o Sport foi menos passivo. O time rubro-negro marcou mais perto, procurando antecipar os movimentos do adversário. A partida ficou menos feia, pois a bola correu mais. Mas a mudança do Náutico também contribuiu, pois com Marcos Vinícius o timbu usou menos os lados do campo.

Com apenas dez minutos, Eduardo Baptista acionou Rithely e Danilo nos lugares de Ewerton Páscoa e Wendel. O Sport ganhou em jogadas pelo lado esquerdo, mas preferiu os chutes de longa distância às tabelas entre o lateral dublê de atacante e Renê. Essa pressa em finalizar dos leoninos terminou ajudando o adversário. O Náutico conseguia manter o jogo mais tempo no campo defensivo do Sport mas ainda sem conseguir finalizar de maneira mais contundente.

Isso só veio acontecer aos 22 minutos. Zé Mário foi lançado dentro da área e ainda teve tempo de dominar. Magrão saiu do gol e defendeu com o pé. A bola ainda insistiu em ficar na área rubro-negra mas sem que ninguém chutasse. No bate-rebate, sobrou novamente para Magrão, desta vez com bem menos dificuldade.

E quando o Náutico já mostrava a mesma superioridade do primeiro tempo veio golpe fatal. E logo em dose dupla. Aos 32 minutos, Ananias puxou o contra-ataque e foi derrubado por Leonardo Luís. Como ele recebera amarelo logo no começo do jogo foi expulso. Na cobrança da falta, Aílton mandou para a área e Durval, com um toque quase imperceptível de cabeça, desviou de Alessandro para fazer 1×0.

VEJA O GOL DO SPORT MARCADO POR DURVAL:



O fato curioso é que enfim Durval deu o seu sorriso (guardem que isso é raridade)


Dois golpes duros que acabariam com o ânimo de qualquer time. Menos do Náutico. Bravamente o timbu foi para cima. O Sport só esperava o contra-ataque e parecia que assim levaria o jogo em banho-maria até o fim. Mas essa folga durou apenas três minutos. Renê fez falta dura em Jackson e também tinha amarelo. Foi advertido novamente, mas com a cor vermelha.


Mesmo assim, o técnico rubro-negro tirou um meia, Aílton, para acionar um atacante, Felipe Azevedo. Com mais espaço em campo, a mudança de Baptista deu certo. Felipe Azevedo valorizou a posse de bola o mais longe possível do campo do Náutico, que não teve mais força de marcar, fazer a transição ofensiva e ainda concluir com qualidade.

Assim, bastou ao Sport administrar a vantagem e garantir mais um título.

SPORT CAMPEÃO PERNAMBUCANO 2014



FICHA DO JOGO

Local: Arena Pernambuco, em São Lourenço da Mata.
Árbitro: Leandro Vuaden (Fifa-RS).
Assistentes: Clóvis Amaral (PE) e Charles Rosas (PE).
Gols: Durval (aos 31’ do 2ºT).
Cartões amarelos: (N) Leonardo Luiz (aos 2’ do 1ºT e aos 30’ do 2ºT), Jackson (aos 36’ do 1ºT); (S) Neto Baiano (aos 2’ do 1ºT), Ailton (aos 34’ do 1ºT), Renê (aos 40’ do 1ºT), Rodrigo Mancha (aos 26’ do 2ºT).
Cartões vermelhos: (N) Leonardo Luiz (aos 30’ do 2ºT); (S) Renê (aos 34’ do 2ºT)
Público:  30.061
Renda: R$ 893.950

Náutico: Alessandro; Jackson, Leonardo Luiz, Flávio e Raí (Leleu – aos 21’ do 2ºT); Dê, Elicarlos (Marcos Vinícius – intervalo), Yuri, Zé Mário (Vinícius – aos 26’ do 2ºT) e Marinho; Marcelinho. Técnico: Lisca.

Sport: Magrão; Patric, Ferron, Durval e Renê; Rodrigo Mancha, Ewerton Páscoa (Rithely – aos 1-’ do 2ºT), Aílton (Felipe Azevedo – aos 35’ do 2ºT), Wendel (Danilo – aos 1-’ do 2ºT) e Ananias; Neto Baiano. Técnico: Eduardo Baptista.